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O pedágio invisível da transformação social
Transformação social, protagonismo juvenil, envelhecimento saudável, inclusão produtiva, preservação ambiental. Essas expressões aparecem com frequência em relatórios institucionais, campanhas publicitárias e discursos de responsabilidade social. São conceitos importantes, capazes de mobilizar recursos, pessoas e organizações em torno de causas legítimas. Mas existe uma pergunta que raramente ocupa o centro do debate: quanto custa fazer a transformação social acontecer? A sus

Henrique Almeida
há 1 dia4 min de leitura


A síndrome do sucesso nas organizações sociais
Como organizações sociais, criadas para combater desigualdades, frequentemente reproduzem as mesmas estruturas de poder, exclusão e vaidade que criticam na sociedade e no mercado. Aos 13 anos, eu vendia frutas na feira livre da minha cidade. Acerola, maracujá, limão, pitomba e abacate. Não existia plano de negócios, análise de mercado ou estratégia financeira. Existia apenas a necessidade de fazer acontecer. Anos depois, tornei-me jornalista, produtor cultural, cineasta e ges

Henrique Almeida
há 1 dia3 min de leitura


Nem toda árvore plantada vira floresta
As organizações da sociedade civil desempenham um papel fundamental na promoção de transformações sociais e ambientais. Da mesma forma, políticas públicas e programas de incentivo têm permitido a mobilização de recursos e parcerias capazes de ampliar ações de preservação, recuperação ambiental e conscientização da população. Em um cenário de emergência climática, iniciativas de reflorestamento e arborização são não apenas bem-vindas, mas necessárias. Nos últimos anos, metas a

Henrique Almeida
há 1 dia3 min de leitura


Cultura para poucos? As barreiras invisíveis do financiamento cultural
A criação de políticas públicas de fomento à cultura representa uma das maiores conquistas do setor cultural brasileiro nas últimas décadas. Programas como Funcultura e a Política Nacional Aldir Blanc surgiram com objetivos importantes: ampliar o acesso aos recursos públicos, fortalecer trabalhadores da cultura, descentralizar investimentos e democratizar oportunidades. Mas uma pergunta precisa ser feita: democratizar recursos significa, necessariamente, democratizar o acesso

Henrique Almeida
há 2 dias5 min de leitura
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